Bolsa Família e pré-natal: acompanhamento ajudará na liberação do benefício
10 horas atrás
- 03/06/2026
Uma nova oportunidade para quitar dívidas começa a valer nesta segunda-feira, com o lançamento de um programa federal voltado à renegociação de dívidas.
A iniciativa anunciada pelo governo amplia condições de pagamento e promete atingir milhões de pessoas que enfrentam dificuldades financeiras.
Com regras próprias e critérios definidos, o programa chega em um momento de alto nível de endividamento no país. Mas nem todos poderão participar — e entender quem tem direito faz toda a diferença.
Continua apos o anúncioConfira o que já foi divulgado.
O Novo Desenrola Brasil é a segunda fase do programa federal de combate ao endividamento criado em 2023. A versão anterior atendeu milhões de pessoas até maio de 2024, quando foi encerrada. A nova fase chega com três diferenciais em relação à edição anterior.
O programa não é um perdão de dívida — é uma renegociação estruturada. O devedor paga um percentual reduzido do saldo total e parcela o restante em condições mais acessíveis.
Continua apos o anúncioO Ministério da Fazenda estruturou o programa com o apoio do Fundo Garantidor de Operações (FGO), que assume parte do risco de inadimplência. Isso permite que os bancos ofereçam condições melhores sem risco excessivo. As condições confirmadas:
“Não é justo que as mulheres tenham que trabalhar ainda mais para pagar as dívidas de jogo dos maridos”.
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O programa é voltado a pessoas físicas endividadas de baixa e média renda. Os critérios confirmados pelo governo até o lançamento de hoje:
Os critérios específicos de elegibilidade, como faixas de renda detalhadas e valor máximo das dívidas, serão divulgados pelas instituições financeiras participantes ao longo do dia.
O programa tem escopo definido, voltado às modalidades com juros mais altos. Segundo o pronunciamento de Lula e os detalhamentos do Ministério da Fazenda:
Ficam de fora desta fase: empréstimos consignados (já têm taxas reguladas), financiamentos imobiliários e veiculares.

O programa será acessado de forma digital, sem necessidade de ir a uma agência. O processo deve ser simples e rápido, com acesso pelo Gov.br ou pelos canais dos bancos participantes. O que fazer agora:
O lançamento ocorre em um momento de endividamento recorde. Segundo o Banco Central, quase 30% da renda das pessoas está comprometida com dívidas — o maior patamar da série histórica, iniciada em 2005. O país soma cerca de 82,8 milhões de inadimplentes, pressionados principalmente por juros elevados e pelo uso recorrente do crédito rotativo.
O governo reconhece que os bons indicadores de emprego e crescimento não estão se traduzindo em melhora de popularidade — justamente porque o comprometimento da renda com dívidas impede as famílias de sentir os efeitos positivos da economia.
A expectativa do governo é que o programa entre em operação imediatamente após o lançamento oficial de hoje, com prazo de adesão de alguns meses. Acompanhe os canais oficiais para as atualizações ao longo do dia.
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Fonte: www.assistencialismo.com.br
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